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Participe do evento Mais Mulheres e
ajude a fechar as lacunas de gênero
Entre 1 e 31 de março de 2022
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Wikipédia:Projeto Mais Teoria da História na Wiki/Mais mulheres
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< Wikipédia:Projeto Mais Teoria da História na Wiki
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O Projeto Programação Tutoriais Discussão
Wikiconcursos + Mulheres + LGBTQIAP+ + Povos originários + Negres
Lettering Mulheres Vertical.pngEm 2011, a Fundação Wikimedia divulgou uma pesquisa que revelou que menos de 10% dos editores da Wikipédia se identificavam como mulheres. Nesses 11 anos que se passaram, houve alguns avanços importantes mas há muito trabalho a ser feito. O chamado viés de gênero é um fenômeno que impacta diretamente no conteúdo da plataforma, pois informações a respeito desses indivíduos, de suas vivências e percepções podem não estar representados, causando invisibilidade. No que diz respeito às biografias, por exemplo, de um total de 206.455 artigos de biografias na Wikipédia em português, apenas cerca de 17% são de mulheres. Os dados relativos aos editoras trans e não-binárias são bastante fragmentários.
Em 2021, a Wikipédia foi o décimo site mais visitado no Brasil, com pouco mais de 103 milhões de acessos ao longo do ano, ficando atrás de poucos sites de informação. Como a maior e mais utilizada enciclopédia digital e colaborativa do mundo, a plataforma é um espaço de grande visibilidade e influencia diretamente a percepção das pessoas sobre os mais variados assuntos. Contudo, apesar de reunir uma diversidade gigantesca de temas, editores e conteúdos, a plataforma ainda apresenta lacunas a serem superadas.
Visando mudar os rumos dessa história é que convidamos a todes para participarem deste evento, inscrevendo-se aqui. Não deixe também de ler sobre como evitar vários deslizes comuns ao escrever sobre mulheres na Wikipédia. Ao longo do mês de março teremos oficinas de capacitação e empoderamento para que todos possam atuar em quatro dos projetos Wikimedia: Wikipédia, Wikimedia Commons, Wikidata e Wikiquote. Vamos reverter esse apagamento ♀️⚧️📣
⏰ Este evento tem seu período de realização entre 01 e 31 de março de 2022 em formato exclusivamente virtual.
Programação
Ao longo do mês de março teremos oficinas para ensinar o beabá da Wikipédia, Wikidata, Wikimedia Commons e Wikiquote, além de um webinar inspirador. As atividades são abertas e gratuitas e visam reunir editores antigos ou novos nos projetos Wikimedia, que se identifiquem ou simpatizem com a temática trabalhada, estudantes, professores, pesquisadores, ativistas etc. e tal.
Além de contribuir para a redução e preenchimento das lacunas de gênero que aparecem no processo de disseminação do conhecimento livre e gratuito, você também concorre a uma linda caixa com brindes temáticos que entrelaçam os projetos wiki às mulheres. Inscreva-se no evento para participar e receber seu certificado em qualquer das atividades abaixo: formulário on-line
Webinar
framless
Dia: 07/03/2022
Horário: 18h30 BRT
Local: YouTube
Dia D
Reserve esses dias para ampliar e melhorar temas relacionados às mulheres na Wikipédia, no Wikimedia Commons, Wikidata e Wikiquote editando de onde quer que esteja.
Dia D maratonar.png
Dia de editar na Wikipédia
Dia: 11 de março de 2022
Local: Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê
Dia de editar no Wikimedia Commons
Dia: 15 de março de 2022
Local: Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê
Dia de editar no Wikidata
Dia: 23 de março de 2022
Local: Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê
Dia de editar no Wikiquote
Dia: 28 de março de 2022
Local: Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê
Oficinas para grupos
Oficinas em grupo ministradas de forma pré-agendada são ideais para Laboratórios, Núcleos de Estudo e Pesquisa, Coletivos, Associações e até mesmo turmas de graduação e pós-graduação que possuem interesses em comum. As oficinas têm duração de uma hora e acontecem em espaço virtual seguro com a presença de, ao menos, um facilitador da equipe organizadora em qualquer uma das quatro plataformas abarcadas por este projeto. Não deixe de realizar o agendamento conosco através da página de discussão ou e-mail. Todas as atividades realizadas conferem certificado.
Quando acontecem?: De segunda a quinta-feira.
Em quais horários?: Em quatro opções de horário: 10h, 14h, 17h e 19h.
Qual o limite de participantes? Para grupos de até 15 pessoas.
É obrigatório realizar agendamento prévio. Para outros dias e horários não listados, entrar em contato com a organização do evento para conferir disponibilidade.
Inscreva-se
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Todas as atividades deste evento conferem certificados emitidos pela Universidade Federal de Santa Catarina, enquanto ações de extensão. Elas são gratuitas e abertas, contudo, é necessário realizar a inscrição no evento para informar os dados necessários para o certificado. Por outro lado, inscrever-se é importante mesmo para aqueles que não precisam de certificado, pois o número de participantes, edições, e etc, são importantes para a avaliação e continuação dessa iniciativa. Basta inscrever-se uma vez no evento, o aferição da frequência nas atividades será feita através de lista de presença. Cada atividade gera um certificado.
Realize a inscrição no evento por meio deste formulário on-line. É obrigatório possuir uma conta nos projetos Wikimedia para realizar a inscrição, que deve ser informado em campo próprio. Caso ainda não possua, crie uma em menos de um minuto aqui. As edições serão monitoradas e contabilizadas através da ferramenta Programs & Events Dashboard para fins de avaliação do evento.
Premiação
A construção de um mundo em que o conhecimento seja verificável, de qualidade, livre e de fácil acesso é o combustível que move este Projeto. No intuito de reconhecer o empenho e a dedicação dos participantes deste evento temático em melhorar a cobertura dos assuntos em foco na Wikipédia, Wikimedia Commons, Wikidata e Wikiquote, os três participantes com o maior número de pontos receberão uma caixa temática exclusiva com mimos pensados com muito carinho pela organização do evento. Contudo, sabemos que o melhor agradecimento virá do sentimento de ter feito algo para mudar a desigualdade e a desinformação do mundo em que vivemos.
Onde contribuir
Serão válidas edições em quatro projetos: Wikipédia, Wikimedia Commons, Wikidata e Wikiquote. Organizamos diversas listas de itens para edição, que podem ser conferidas mais abaixo, mas caso tenha interesse em editar algo que não esteja lá, entre em contato conosco através da página de discussão ou e-mail 😉
Wikipédia
WDG – New WikiDonne logo 4.svgA Wikipédia é o projeto mais popular da Wikimedia. Quando alguém procura na internet por conteúdo sobre pessoas, lugares e conceitos, é bastante provável que um artigo da Wikipédia sobre o assunto seja o primeiro resultado que o Google vai mostrar. Por isso, os verbetes da Wikipédia têm uma visibilidade gigantesca, com alcance maior do que sites, blogs e canais especializados. Isso faz da plataforma um grande aliado de grupos que buscam pautar e incentivar discussões sociais na internet por meio de conteúdo colaborativo, referenciado e responsável.
Para contribuir não é preciso fazer uma grande reformulação no verbete – embora seja uma prática que encorajamos. Você pode colaborar na Wikipédia adicionando textos e imagens em artigos, mas não é só isso. Outras possibilidades são acrescentar referências em trechos que carecem de fontes, corrigir erros de informação ou de escrita e até mesmo inserir links. Se você tem conhecimento sobre um assunto, toda edição é bem-vinda!
Wikimedia Commons
Commons-logo.svgEnquanto a Wikipédia é uma grande enciclopédia colaborativa, o Wikimedia Commons é um repositório gratuito de imagens em licença livre. Todas as imagens presentes na Wikipédia, salvo raras exceções, e todos os outros projetos da Wikimedia ficam hospedadas no Commons. Se você se preocupa em espalhar e guardar arquivos de mídia, o Commons é o lugar perfeito para atuar.
Dentro desta iniciativa, você pode tanto incluir imagens que ainda não estão disponíveis no Commons ou incorporar as existentes e novas a um artigo da Wikipédia. Outra forma de colaborar é inserir metadados nas imagens para que sua identificação seja completa e para que elas sejam encontradas mais facilmente. Lembre-se de seguir as diretrizes.
Wikidata
Wikidata.svgO Wikidata é uma base de dados aberta, livre e colaborativa que pode ser lida e editada por humanos e máquinas. Ele armazena os dados estruturados da Wikipédia e fornece suporte a muitos outros sites. Por isso, oferece uma oportunidade de contribuição para quem gosta de trabalhar com dados estruturados. Assim como os outros projetos Wikimedia, ele é multilíngue o que permite traduzir conteúdo para torná-lo acessível para um maior número de pessoas.
Caso você seja novato, pode fazer visitas guiadas para entender como o projeto funciona. Mas, em resumo, é uma plataforma que permite rotular, referenciar e classificar itens. Assim, é possível estabelecer associações entre diferentes conteúdos. Se quiser descobrir quais historiadoras possuem verbete na Wikipédia, por exemplo, você conseguirá através do Wikidata.
Para contribuir você pode adicionar e editar dados, traduzir documentação, consertar bugs e até mesmo escrever aplicativos.
Wikiquote
Wikiquote-logo-2.svgO Wikiquote é uma coletânea colaborativa que reúne citações referenciadas e informações sobre autores. Atualmente, existem cerca de 8 mil páginas em português[1], o que aponta um grande potencial a ser explorado. A falta de vozes no domínio digital é uma questão que afeta diretamente a forma como diversos assuntos são vistos.
Para colaborar você pode criar, editar e traduzir citações na plataforma. Portanto, você pode contribuir tanto inserindo citações de fontes que você tenha familiaridade quanto traduzindo e melhorando as referências de citações já existentes no Wikiquote.
No que você pode ajudar?
Os artigos e informações editadas devem obrigatoriamente fazer parte de alguma das listas abaixo. Caso você tenha interesse em editar conteúdo diferente dos levantados, mas que estão de acordo com os objetivos deste evento, entre em contato conosco através da página de discussão ou e-mail. Esta seção está em construção, em breve todas as listas estarão disponíveis 🧘♀️🧘🏻♀️🧘🏼♀️🧘🏽♀️🧘🏾♀️🧘🏿♀️
Expandir esboços: veja estas listas de esboços e escolha um (ou vários) para expandir.
Melhorar conteúdo existente: contribua para melhorar conteúdo iniciado por outras pessoas
Reparar links quebrados: atualize verbetes com ligações externas obsoletas e que precisam de revisão. Uma dica é pesquisar os links externos inativos no Wayback Machine e substituir o link inativo por uma versão arquivada. Veja nossas listas de sugestões.
Criar um novo verbete: consulte nossas listas de artigos que ainda não existem ou entre em contato para pedir alguma inclusão.
Adicionar uma imagem: artigos com imagens ilustrativas incentivam a leitura e agregam qualidade estética a um verbete;
Traduzir para o português: consulte nossas listas para conferir possíveis verbetes ou entradas para tradução, você também pode solicitar a inclusão de algo que não está presente nas listas.
Corrigir erros ortográficos e gramaticais: tarefa perfeita para iniciantes irem ganhando prática na edição. Consulte nossas listas para escolher o que melhor se encaixa no seu perfil.
Regras
São consideradas edições válidas aquelas realizadas entre 1 e 31 de março de 2022, considerando o horário UTC.
Serão consideradas contribuições referenciadas e de acordo com as normas de cada um dos quatro projetos Wikimedia:
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Normas básicas da Wikipédia
Normas Básicas Wikimedia Commons
Normas básicas Wikidata
Normas básicas do Wikiquote
Lembre-se que na Wikipédia não é permitido pesquisa inédita.
Os participantes deste evento devem respeitar rigorosamente a Política de Espaço Amigável dos projetos Wikimedia.
Observar atentamente o Livro de estilo da Wikipédia em português.
Atentar especialmente à política sobre violação de direitos autorais.
Respeitar as políticas e recomendações da Wikipédia lusófona. Ver também as regras simplificadas.
Em caso de empate, o critério de desempate será quem tiver o maior número de bytes adicionados aos artigos na Wikipédia.
Pontuação
Wikipédia
3 mil bytes adicionados = 1 ponto
A pontuação máxima por verbete é de 30 pontos.
Observações: Serão consideradas apenas as edições que contribuam de fato com o artigo. A comissão organizadora poderá, seguindo os critérios estabelecidos acima, desconsiderar contribuições, principalmente aquelas que infrinjam as regras da Wikipédia.
Wikimedia Commons
1 imagem presente no Commons e inserida em verbete da Wikipédia, Wikiquote ou entrada no Wikidata = 1 ponto
Observações: Serão consideradas para fins de pontuação apenas as imagens que contribuam com a ilustração do verbete no qual foi inserida. A comissão organizadora poderá, seguindo os critérios estabelecidos acima, desconsiderar contribuições, principalmente aquelas que infrinjam as regras do Wikimedia Commons. Não serão consideradas galerias.
Wikidata
3 mil caracteres adicionados = 1 ponto
Observação: A comissão organizadora poderá, seguindo os critérios estabelecidos acima, desconsiderar contribuições, principalmente aquelas que infrinjam as regras do Wikidata.
Wikiquote
3 mil caracteres adicionados = 1 ponto
Observação: A comissão organizadora poderá, seguindo os critérios estabelecidos acima, desconsiderar contribuições, principalmente aquelas que infrinjam as regras do Wikiquote.
Conheça outras iniciativas
Art+feminism: comunidade internacional que se esforça para fechar a lacuna de informação sobre gênero, feminismo e artes na internet.
Les sans pagEs: projeto em francês com foco na redução de preconceitos de gênero.
Mind the gap1.svg
NaPupila: campanha que busca a análise dos movimentos feministas por intermédio de uma revisão da história da arte.
Whose Knowledge?: campanha global que centraliza o conhecimento de comunidades marginalizadas online, inclusive em projetos da Wikimedia.
WikiDonne: grupo de usuários em italiano que atua em questões relacionadas às mulheres e à diversidade dentro do movimento wiki.
Wiki Editoras LX: grupo aberto e informal de editoras da Wikipédia em português.
WikiProjeto Mulheres: grupo de wikipedistas interessado em trabalhar em todos os temas relacionados com a Mulher.
Women in Red: WikiProjeto internacional dedicado à diminuição da lacuna e do viés de género na Wikipédia.
Leituras importantes
Armadilhas a evitar quando escrever sobre mulheres
Referências
Página das estatísticas do Wikiquote em língua portuguesa pt.wikiquote.org Página acessada em 17 de janeiro de 2022
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Última modificação há 2 dias por Flávia Varella
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Artigo em destaque
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Sobre esta imagem
O Programa de Desenvolvimento de Submarinos é uma parceria firmada entre o Brasil e a França, no ano de 2008, com o objetivo de transferir tecnologia para a fabricação de embarcações militares. É um componente da Estratégia de Defesa do Estado para o desenvolvimento do poder naval do país com a produção de quatro submarinos convencionais (propulsão diesel-elétrica) e do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro. O programa fará do Brasil um dos poucos países a contar com tecnologia nuclear, ao lado de Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Índia.
Apesar de o programa ter iniciado em 2008 com o objetivo de prover a Marinha do Brasil com uma “força naval de envergadura”, parte dele remonta à década de 1970 quando a Marinha começou a procurar o domínio da energia nuclear. (leia mais…)
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Eventos atuais
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Sobre esta imagem
Yoon Suk-yeol eleito presidente da Coreia do Sul.
Atentado terrorista a mesquita em Pexauar, no Paquistão, deixa ao menos 63 mortos e 196 feridos.
Cerimônia em Pequim, China, abre oficialmente XIII Jogos Paralímpicos de Inverno (mascotes na imagem).
Rússia começa invasão militar da Ucrânia após reconhecer independência das regiões de Donetsk e Lugansk.
Mortes recentes: Sandra Cavalcanti • Rupiah Banda • João Evangelista Martins Terra • Jürgen Grabowski
Mais eventos atuais • Sugestões
13 de março na história
Krzysztof Kieślowski.jpg
1781 – William Herschel descobre Urano.
1979 – Entra em vigor o Sistema Monetário Europeu.
2013 – O Cardeal Jorge Mario Bergoglio é eleito Papa e adota o nome de Francisco.
Nasceram neste dia…
1733 – Joseph Priestley, cientista e político britânico (m. 1804).
1830 – Antônio Conselheiro, líder social brasileiro (m. 1897).
1916 – Jacque Fresco, engenheiro social e futurologista americano (m. 2017).
Morreram neste dia…
1711 – Nicolas Boileau, poeta, polemista e crítico literário francês (n. 1636).
1996 – Krzysztof Kieślowski (na imagem), cineasta polonês (n. 1941).
2014 – Paulo Goulart, ator e dramaturgo brasileiro (n. 1933).
Ver mais • Outros dias: 11 • 12 • 13 • 14 • 15 • Ver todos
Sabia que…
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Sobre esta imagem
… em 1983, a Atari enterrou consoles, computadores e cartuchos de jogos eletrônicos, evento que se tornou marco da crise da indústria de jogos daquele ano?
… 39% da população mundial apresenta um par de ossos extras no organismo, chamados de fabelas (radiografia), os quais se localizam na parte posterior da articulação dos joelhos?
… a densidade média do universo observável corresponde ao equivalente a apenas um átomo a cada 4 metros cúbicos de seu volume total?
… uma postagem em rede social do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, levou a um aumento de quase 700% nas pesquisas pelo fetiche por urina no website pornográfico Pornhub?
… inspirada pelo livro A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne, a jornalista Nellie Bly estabeleceu um recorde mundial de circunavegação, realizada em 72 dias, em 1890?
Índice geral • Sugestões
Imagem do dia
Ponte gótica de pedra (1515) sobre o rio Nysa Kłodzka em Bardo, Baixa Silésia, Polônia. Um rio no sudoeste da Polônia, nas voivodias da Baixa Silésia e Opole, um afluente da margem esquerda do rio Óder. Em seu curso superior, flui rapidamente, formando cachoeiras, e serpenteia fortemente na planície. Muitas vezes transborda, e é por isso que dois grandes reservatórios de retenção foram construídos próximo de Otmuchów (lago Otmuchowskie) e Nysa (lago Nyskie) no século XX, que também são usados para fins energéticos e recreativos. Em parte de seu curso, é a fronteira tradicional entre a Alta e a Baixa Silésia. (definição 4 716 × 2 166)
Ponte gótica de pedra (1515) sobre o rio Nysa Kłodzka em Bardo, Baixa Silésia, Polônia. Um rio no sudoeste da Polônia, nas voivodias da Baixa Silésia e Opole, um afluente da margem esquerda do rio Óder. Em seu curso superior, flui rapidamente, formando cachoeiras, e serpenteia fortemente na planície. Muitas vezes transborda, e é por isso que dois grandes reservatórios de retenção foram construídos próximo de Otmuchów (lago Otmuchowskie) e Nysa (lago Nyskie) no século XX, que também são usados para fins energéticos e recreativos. Em parte de seu curso, é a fronteira tradicional entre a Alta e a Baixa Silésia.
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Política de privacidade Condições de utilizaçãoVersão desktopPrograma de Desenvolvimento de Submarinos
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O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) é uma parceria firmada entre o Brasil e a França, no ano de 2008, com o objetivo de transferir tecnologia para a fabricação de embarcações militares. É um componente da Estratégia de Defesa do Estado para o desenvolvimento do poder naval do país com a produção de quatro submarinos convencionais (propulsão diesel-elétrica) e do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro. O programa fará do Brasil um dos poucos países a contar com tecnologia nuclear, ao lado de Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Índia.
Lançamento do primeiro submarino do programa, o Riachuelo, em 2018
Apesar de o programa ter iniciado em 2008 com o objetivo de prover a Marinha do Brasil com uma “força naval de envergadura”, parte dele remonta à década de 1970 quando a Marinha começou a procurar o domínio da energia nuclear. De modo a encurtar o tempo de desenvolvimento de tal programa, o Brasil procurou parceiros em outros países na esperança de conseguir firmar uma parceria na qual se desse uma transferência de tecnologia e conhecimento para a construção e manutenção de embarcações submarinas modernas. A França foi o país que se disponibilizou para o negócio, tendo sido firmados vários pontos que, juntos, culminam na construção de quatro submarinos convencionais e um nuclear.
Para além da concretização da construção dos submarinos, o PROSUB prevê ainda a construção de um complexo denominado Estaleiros e Base Naval. Neste local serão unidas as seções dos submarinos. Este complexo também será responsável por instalar o reator nuclear do primeiro submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto. A justificativa dada pela Marinha é que é necessário garantir a proteção da Amazônia Azul contra eventuais tentativas de reivindicar este território e/ou os seus recursos. Segundo a MB, os submarinos (especialmente o nuclear) são fundamentais para a dissuasão dessas reivindicações.
O destino que será dado aos submarinos provenientes do programa será o de patrulhar a Amazônia Azul e as águas costeiras brasileiras. Atualmente os dois primeiros submarinos convencionais (S Riachuelo (S-40) e S Humaitá (S-41)) já se encontram em fase de testes, enquanto outros dois já estão em construção. Quanto ao submarino de propulsão nuclear, o Álvaro Alberto, possuirá uma função mais específica, a de patrulhar as águas territoriais brasileiras mais profundas, pois sua autonomia só será limitada pela quantidade de suprimentos estocados, e atualmente já se encontra a ser testada uma réplica do reator nuclear que será instalado no submarino.
História
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Programa de Desenvolvimento de Submarinos
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O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) é uma parceria firmada entre o Brasil e a França, no ano de 2008, com o objetivo de transferir tecnologia para a fabricação de embarcações militares. É um componente da Estratégia de Defesa do Estado para o desenvolvimento do poder naval do país com a produção de quatro submarinos convencionais (propulsão diesel-elétrica) e do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro. O programa fará do Brasil um dos poucos países a contar com tecnologia nuclear, ao lado de Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Índia.
Lançamento do primeiro submarino do programa, o Riachuelo, em 2018
Apesar de o programa ter iniciado em 2008 com o objetivo de prover a Marinha do Brasil com uma “força naval de envergadura”, parte dele remonta à década de 1970 quando a Marinha começou a procurar o domínio da energia nuclear. De modo a encurtar o tempo de desenvolvimento de tal programa, o Brasil procurou parceiros em outros países na esperança de conseguir firmar uma parceria na qual se desse uma transferência de tecnologia e conhecimento para a construção e manutenção de embarcações submarinas modernas. A França foi o país que se disponibilizou para o negócio, tendo sido firmados vários pontos que, juntos, culminam na construção de quatro submarinos convencionais e um nuclear.
Para além da concretização da construção dos submarinos, o PROSUB prevê ainda a construção de um complexo denominado Estaleiros e Base Naval. Neste local serão unidas as seções dos submarinos. Este complexo também será responsável por instalar o reator nuclear do primeiro submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto. A justificativa dada pela Marinha é que é necessário garantir a proteção da Amazônia Azul contra eventuais tentativas de reivindicar este território e/ou os seus recursos. Segundo a MB, os submarinos (especialmente o nuclear) são fundamentais para a dissuasão dessas reivindicações.
O destino que será dado aos submarinos provenientes do programa será o de patrulhar a Amazônia Azul e as águas costeiras brasileiras. Atualmente os dois primeiros submarinos convencionais (S Riachuelo (S-40) e S Humaitá (S-41)) já se encontram em fase de testes, enquanto outros dois já estão em construção. Quanto ao submarino de propulsão nuclear, o Álvaro Alberto, possuirá uma função mais específica, a de patrulhar as águas territoriais brasileiras mais profundas, pois sua autonomia só será limitada pela quantidade de suprimentos estocados, e atualmente já se encontra a ser testada uma réplica do reator nuclear que será instalado no submarino.
História
Antecedentes
Ver artigos principais: Força de Submarinos e Plano Estratégico da Marinha PEM 2040
Os três submarinos da classe Foca com suas tripulações
No final do século XIX, a Marinha do Brasil (MB) passava por tempos difíceis e era ultrapassada pelas armadas da Argentina e do Chile. Ao entrar no século XX, as potências militares da época viam o submarino transformar-se em uma arma de guerra eficaz, mas o Brasil não possuía capacidade para construir os seus próprios exemplares. A partir de 1891, ouviam-se vozes como a do então Tenente Felinto Perry promovendo uma campanha naval para aquisição de submersíveis para o Brasil.[1][2] Na década de 1900, a marinha brasileira esforçou-se para se elevar perante as vizinhas sul-americanas; um ambicioso investimento naval levou a que fossem adquiridas várias embarcações, entre elas três submarinos à Itália. Os três primeiros submarinos da Marinha do Brasil, o F1, F3 e F5 da classe Foca, atuariam essencialmente no treinamento e no adestramento das tripulações brasileiras,[1][2] e pouco depois da sua chegada ao Brasil foi criada a Flotilha de Submersíveis (como era então denominada a Força de Submarinos).[2] Os italianos continuaram a ser a fonte da força de submarinos brasileira, e em 1929 chegou ao Brasil o Humaytá. Pouco tempo depois, em 1933, ao serem retirados de serviço os velhos submarinos da classe Foca, a Força de Submarinos foi desativada, ficando a armada brasileira com apenas um submarino. Em 1937, foi incorporada na Marinha uma nova classe de submarinos, a Tupy, com três submarinos construídos na Itália: o Tupy, o Tymbira e o Tamoyo, e com isto foi reativada a Força de Submarinos. Estes submarinos participariam na Segunda Guerra Mundial no adestramento de escoltas a comboios e no adestramento de táticas antissubmarinas para unidades de superfície e aeronaves.[2]
O primeiro submarino batizado Riachuelo (S-15)
No final da Segunda Guerra Mundial, o Brasil tinha-se posicionado do lado dos aliados vencedores, e a Itália, que lutara do lado das potências do Eixo, deixava de ser capaz de continuar a fornecer para o Brasil armas submarinas que a MB precisava. Tendo estreitado a relação com os Estados Unidos durante a guerra, este passou a ser o fornecedor de submarinos. No pós-guerra, através do Programa de Ajuda Militar, a partir do qual se podia obter a preços especiais material excedente da guerra, entre embarcações e peças, o Brasil reforçou o seu poderio naval submarino com a aquisição, a partir do final da década de 50, de dois submarinos da classe Gato (S Humaitá (S-14) e S Riachuelo (S-15)),[2][3] cinco da classe Guppy II (S Guanabara (S-10), S Rio Grande do Sul (S-11), S Bahia (S-12), S Rio de Janeiro (S-13) e S Ceará (S-14)) e dois da classe Guppy III (S Goiás (S-15) e S Amazonas (S-16)), num total de 11 submarinos.[3]
Flotilha de submarinos da Marinha do Brasil antes da criação do PROSUB
Em 1967, foi aprovado o Programa Decenal de Renovação dos Meios Flutuantes, que almejava à renovação e reforço da Marinha, incluía seis submarinos. Um aspecto interessante deste programa era também a nacionalização de meios ou a diminuição do nível de dependência, através da fabricação local de componentes e peças; ainda assim, o Brasil continuava sem capacidade de construção dos seus próprios submarinos, e os entraves colocados pelos Estados Unidos no fornecimento de sonares modernos e lançadores de foguetes levaram a Marinha a olhar para a Europa. Deste modo, foram encomendados à Inglaterra três submarinos da classe Oberon, o S Humaitá (S-20), o S Tonelero (S-21) e o S Riachuelo (S-22).[3] A busca pela capacidade nacional de produção destes meios levou a que, no final de década de 70, a Armada passasse a pensar num novo programa naval com um maior foco na possibilidade de conflitos regionais, direcionando o seu poder para a defesa mas desta vez com um foco superior no ataque. Em 1979, o almirante Maximiano Eduardo da Silva Fonseca assumiu a pasta da Marinha e conseguiu não só lançar aquilo que seria o Programa Nuclear da Marinha como ainda firmar um contrato de transferência de tecnologia e capacitação técnica com o estaleiro alemão HDW, levando à construção de submarinos no Brasil; daqui viria a classe Tupi, com os quatro submarinos S Tupi (S-30), S Tamoio (S-31), S Timbira (S-32) e S Tapajó (S-33). O primeiro submarino seria construído na Alemanha, e os restantes no Brasil, depois de adquiridos os conhecimentos e as competências necessárias ao longo da construção deste primeiro.[3][4][5]
Na década de 80, o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) foi indicado pela MB como sendo o estaleiro construtor de submarinos e, com efeito, foi alvo de investimento no treino e capacitação dos seus profissionais e na modernização e adaptação das suas instalações industriais.[6] O primeiro submarino construído totalmente no país foi o Tamoio, que foi ao mar em 1994. Nessa década, outros dois submarinos foram construídos localmente, o Timbira e o Tapajó.[4] A Marinha e os alemães assinaram depois, em 1995, os contratos para o fornecimento de materiais e equipamentos para a construção de um quinto submarino, o S Tikuna (S-34), incorporando modificações trabalhadas por engenheiros brasileiros e com várias inovações tecnológicas, sobretudo na geração de energia, no sistema de direção de tiro e nos sensores.[4][5]
Início do programa
Apesar de em março de 2005 ter sido lançado o Tikuna, em outubro do mesmo ano o projeto do SMB-10 foi suspenso pelo Comando da Marinha. Este projeto tinha como objetivo a construção de um submarino 100% brasileiro de 2 500 toneladas de propulsão convencional. Ao todo, o projeto previa a produção no AMRJ de seis unidades.[7] Desde a década de 1970, a Marinha do Brasil procura dominar o ciclo completo do combustível nuclear e, com isso, poder construir um submarino de propulsão nuclear. De modo a encurtar o tempo que demoraria a atingir o objetivo, a MB decidiu procurar parceiros capazes de construir submarinos convencionais e nucleares e que, ao mesmo tempo, aceitassem transferir tecnologia para que o Brasil pudesse realizar os seus próprios projetos. Mais tarde, a França seria a única potência que se disponibilizaria para transferir tecnologia para a MB, e ofereceria como ponto de partida a sua mais moderna linha de submarinos convencionais, a classe Scorpène.[2][8] Em 2007, o presidente Luíz Inácio Lula da Silva visitou o Centro Experimental da Marinha; local onde a Marinha vinha a desenvolver há décadas aquilo que seria um reator nuclear para um futuro submarino, contudo sempre desenvolvendo lentamente devido às restrições orçamentárias. Com a visita, o Presidente do Brasil anunciou o desbloqueio de um bilhão de reais em oito anos com o objetivo de empurrar de uma vez por todas o projeto para a frente. A verba também financiaria bolsas de pesquisa, logística e manutenção.[9][10]
Modelo 3D do S40
A partir de 2008, o Brasil iniciou uma mudança radical na sua política militar, com o objetivo de se consolidar como a maior potência da América Latina.[4][10][11][12] A Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, estabeleceu que o Brasil tivesse “força naval de envergadura”; daqui surgiria o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, uma parceria com a França para a transferência de tecnologia e construção de quatro submarinos convencionais e, inicialmente, um submarino de propulsão nuclear, tendo em vista a produção nacional de mais unidades até 2040. Os quatro submarinos convencionais da classe Riachuelo seriam produzidos em solo brasileiro, estimando-se que fossem construídos e lançados entre as décadas de 2010 e 2020.[4][10][13][14] Em 2009, deu-se o anúncio do desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear. O início da construção estava previsto para 2016, contudo foi adiado para 2023. O projeto deste submarino é baseado nos submarinos da classe Riachuelo, só que maior e com propulsão nuclear que está sendo desenvolvida por técnicos brasileiros, e é projetada com base na experiência adquirida dos franceses.[10][15][16]
Capacitação
Depois de estipuladas os metas, foi prevista a prestação de Assistência Técnica e a capacitação brasileira para a conceção, projeto, fabricação, operação e manutenção de estruturas e dos próprios submarinos, com ênfase no submarino nuclear. Assim, foi reunido um grupo de mais de duzentos profissionais da Marinha do Brasil e das empresas Itaguaí Construções Navais (ICN) e NUCLEP que foi enviado até à França para receber o treinamento e instrução necessários à realização do empreendimento. Uma parte dos treinamentos foi feita inicialmente em Cherbourg, onde os engenheiros e técnicos brasileiros acompanharam a construção das seções dianteiras do primeiro submarino do PROSUB, o S-BR1, que se tornaria no S Riachuelo (S-40), e qualificaram-se em diversos tipos de procedimentos, tais como soldagem, conformação de peças, fabricação de estruturas, e outros processos aplicados à construção de submarinos.[9][16]
Sede da Sophia Antipolis
A empresa Naval Group [en] construiu uma escola dedicada ao projeto de submarinos em Lorient, e nela 31 engenheiros militares e profissionais civis da MB obtiveram uma série de conhecimentos técnicos voltados para o projeto de submarinos; entre os exercícios de aplicação tecnológica realizados naquela época, foi feito um projeto reduzido de um submarino convencional, um projeto de submarino com propulsão nuclear e produziram-se estudos iniciais sobre as interfaces de um submarino nuclear. Estes elementos formaram-se ao longo de mais de dois anos. Outras valências adquiridas incluem conhecimentos sobre os sistemas de combate de submarinos, através do parque tecnológico de Sophia Antipolis, onde são fabricados sonares, em Ruelle, onde se encontra a fábrica de equipamentos estratégicos, e em Saint-Tropez, onde está localizada a produção de novo tipo de torpedo a ser empregue pelos submarinos franceses e pelos futuros submarinos brasileiros.[9][16]
Depois desta fase de capacitação em França, os engenheiros da MB de volta ao Brasil ficaram com a responsabilidade de passar os conhecimentos adquiridos e começar com a realização do projeto dos submarinos, contando porém com a assistência técnica da empresa que lhes prestou formação, sendo esta uma das cláusulas do contrato. Esta equipe de pessoal capacitada é composta por cerca de duzentos engenheiros e prevê-se que a equipe chegue aos seiscentos elementos no ponto mais alto do projeto do submarino nuclear. Vários engenheiros e técnicos franceses acompanham também o projeto em vários aspectos, como no fabrico dos cascos resistentes na NUCLEP, na construção e nas atividades da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), assim como em obras de base naval e estaleiros. Contudo, o desenvolvimento da planta nuclear do futuro submarino nuclear é da exclusiva responsabilidade da Marinha do Brasil, não fazendo parte do PROSUB e, por isso, nenhum francês se encontra presente neste componente do programa.[16]
Submarinos
Submarinos de propulsão convencional
Ver artigo principal: Classe Riachuelo
S Riachuelo (S40) em testes
O PROSUB prevê o reforço da Marinha do Brasil com quatro modernos submarinos de propulsão convencional. Os quatro submarinos, S Riachuelo (S-40), S Humaitá (S-41), S Tonelero (S-42) e o S Angostura (S-43) irão compor a classe Riachuelo, sendo derivados da classe Scorpène francesa. Contudo, os submarinos brasileiros possuem grandes diferenças em relação aos da classe francesa, como maior comprimento e calado. A Marinha justifica essa disparidade dizendo que:[9][17][18][19]
“o modelo francês não atende plenamente aos requisitos da Marinha do Brasil. Com 8 500 quilômetros de extensão de costa, o país requer um submarino capaz de alcançar os extremos, fazer patrulhas de norte a sul, e voltar para a sua base, sem precisar de apoio. Para percorrer distâncias maiores, ficando mais tempo no mar, o submarino precisa ter capacidade de carregar combustível e mantimentos em maior quantidade. E é recomendável que ofereça também mais conforto à tripulação”.[9][17][18]
O trunfo, esperado pela Marinha, é a capacidade de ocultação gerando o efeito surpresa. Este tipo de submarinos são detetáveis por ondas sonoras emitidas por sonares, mas como a propagação do som é interferida por diversos fatores, são produzidas zonas de sombra, onde a embarcação não pode ser detetada por confundir-se com o meio envolvente.[20] Por outro lado, estes submarinos poderiam ser equipados com um sistema de propulsão independente da atmosfera (AIP – Air Independent Propulsion), que usa etanol e oxigênio para mover uma turbina a vapor, mas o Brasil optou por não fazer uso deste recurso e, em vez disso, optou por aumentar o espaço para combustível, alimentos e beliches adicionais.[9]
A ocultação de submarinos com propulsão diesel-elétrica não pode ser executada de forma prolongada; periodicamente terá que voltar a superfície, pois depende de ar atmosférico para o funcionamento do motor, recarregando as baterias, assim como para refazer o ar de dentro da estação. Deste modo, as partes ficam expostas e podem ser detetadas por radares, navios e aeronaves. Os submarinos possuirão mobilidade reduzida, com uma velocidade média de 21 kn (38,9 km/h). O uso principal desses submarinos é a patrulha do litoral da costa brasileira, dado que a sua mobilidade e velocidade é reduzida, tornando-o inadequado para o mar aberto em determinados tipos de missões. Com um deslocamento de duas mil toneladas, o seu comprimento é de 71,6 metros, a sua boca mede 6,2 metros e o seu calado vai até 5,5 metros. A propulsão diesel-elétrica permitirá que tenham uma autonomia de até 20 924 km (11 300 m.n.).[20][21][22]
Até agora dois submarinos foram concluídos. O Riachuelo teve o término da construção em 2015, sendo lançado ao mar em 2018. Essa cerimônia contou com a presença de diversas autoridades. Em outubro de 2021 ele já se encontrava na reta final de seus testes. A previsão é de que ele termine seus testes ainda em 2021. O segundo submarino concluído é o Humaitá. Ele foi lançado em 11 de dezembro de 2020 e encontra-se em fase de testes. A expectativa é de que ele termine o seu período de testes também em 2021.[23][24][25] A longo prazo, a Marinha pretende ter uma força de quinze unidades destes submarinos.[9][10]
A Marinha do Brasil não foi a única a procurar a classe francesa para reforçar o seu poderio. O primeiro comprador de submarinos desta classe foi o Chile, que no final dos anos 1990 encomendou duas unidades para substituir os seus dois submarinos classe Oberon. De seguida foi a vez da Malásia, que adquiriu duas unidades, incorporadas em 2009. A Índia foi o terceiro comprador, assinando em 2005 um contrato para seis unidades, que também estão a ser construídas localmente com transferência de tecnologia.[9]
Submarinos de propulsão nuclear
Ver artigo principal: SN Álvaro Alberto (SN-10)
Silhueta do SN Álvaro Alberto (SN-10)
O primeiro submarino nuclear foi batizado como SN Álvaro Alberto (SN-10), uma homenagem ao almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva, que deu início ao desenvolvimento da ciência nuclear no Brasil e foi o fundador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.[26][19][27] Com propulsão nuclear, que produzirá calor para vaporizar a água utilizada em turbinas, poderá ficar submerso por tempo indefinido, pelo que se pretende que seja utilizado em águas profundas, dado que a sua limitação encontra-se ligada ao estoque de mantimentos e estabilidade física e psíquica da tripulação. Com um grande poder de mobilidade, atingirá velocidades de 65,5 km/h (35,4 kn).[28][29]
O Centro Experimental Aramar. É aqui onde são feitos os estudos com o material nuclear que comporá o reator nuclear
O anúncio do desenvolvimento desse submarino se deu no dia 27 de agosto de 2009, e o projeto em si foi iniciado em julho de 2012, no Escritório Técnico de Projeto da COGESN, no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP); o começo da construção estava previsto para 2016, mas foi adiado para 2023. Ao todo, a Marinha do Brasil tenciona reforçar a sua frota com seis unidades deste submarino.[9][10][16][26][30] O projeto é baseado nos submarinos da classe Riachuelo, só que maior e com propulsão nuclear. A sua propulsão nuclear foi desenvolvida por técnicos brasileiros, e foi projetada com base na experiência adquirida com os franceses;[16][19][30] no que toca à planta nuclear, ela é da exclusiva responsabilidade da Marinha do Brasil, sem qualquer envolvimento dos franceses.[16]
Algumas características já divulgadas do SN-10 mostram que terá cem metros de comprimento, um deslocamento de cerca de 6 000 toneladas e será movido por propulsão turbo-elétrica de 48 MW. O submarino terá uma velocidade média de 24 kn (44,4 km/h) e capacidade para atingir uma profundidade de até 350 metros com mais de cem homens. O reator nuclear fornecerá o calor para a criação de vapor, o qual por sua vez acionará duas turbinas acopladas a dois geradores elétricos, um dedicado principalmente a gerar eletricidade para o motor elétrico de propulsão, e o outro para fornecer eletricidade aos demais sistemas do submarino. Embora o objetivo inicial seja um submarino nuclear de aspeto semelhante ao do Scorpene, porém com dimensões maiores para abrigar o reator nuclear, uma das possibilidades estudadas é a de que o casco desse submarino fique mais parecido com o da nova classe de submarinos nucleares franceses, a classe Barracuda. O primeiro exemplar dessa classe, o Suffren, construído na França, lançado em 2019 e comissionado em 2020, teve o seu desenvolvimento acompanhado por engenheiros brasileiros.[9][31][32]
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, visita ao Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica – LABGENE
A primeira etapa do projeto, denominada de “Fase A” (Conceção e Estudos de Exequibilidade), foi iniciada em julho de 2012 e foi encerrada com sucesso em julho de 2013. A segunda, “Fase B”, correspondente ao Projeto Preliminar, teve início em agosto de 2013 e foi encerrada em janeiro de 2017, também com sucesso. A conclusão desta permitiu a elaboração dos contratos de aquisição do Pacote de Materiais e da Construção do SN-BR. Assim, fazendo com que seja possível prever o custo global para a obtenção do submarino, criou as condições necessárias o desenvolvimento da “Fase C”, Projeto de Detalhamento, a última fase antes do início da construção.[26] Uma réplica do reator nuclear já se encontra construída, e está servindo para testar o reator em condições simuladas semelhantes às operações que se espera que o futuro submarino tenha.[33] Segundo alguns meios de comunicação, de uma forma ou de outra, este submarino já se encontra em construção.[27][34]
Embora este projeto tenha sido anunciado em agosto de 2009, parte dele está em desenvolvimento há décadas. Desde os anos 70 o Brasil tem um programa nuclear, e a Marinha do Brasil tem investido na construção de componentes em parceria com empresas privadas, como o reator nuclear, condensadores, pressurizadores, entre outros. Este esforço culmina no Labgene, a primeira planta com um reator nuclear de alta potência construída no Brasil. Conceptualmente, é um protótipo com capacidade para gerar a energia necessária para mover um submarino e alimentar os demais sistemas do submarino. Apesar de ter sido produzido em terra, o Labgene procura reproduzir e validar as condições e ensaiar as situações operacionais pelas quais o reator nuclear do submarino irá experienciar.[9][27] Embora nuclear, ele difere daqueles produzidos e usados em potências nucleares como os Estados Unidos ou a França, que usam urânio enriquecido em alto nível, que também seria adequado para uma bomba nuclear; já o reator brasileiro usará urânio com baixo teor, um fator que demonstra que o programa não está a seguir por um caminho com o objetivo de construir uma arma, mas apenas um reator.[27]
Objetivo do programa
Infraestrutura e economia
Repercussão
Ver também
Referências
Ligações externas
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PÁGINAS RELACIONADAS
SN Álvaro Alberto (SN-10)
Submarino de propulsão nuclear brasileiro
Classe Riachuelo
classe de submarinos
S Humaitá (S-41)
submarino brasileiro
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Rogério Minotouro
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Antônio Rogério Correia Nogueira, também conhecido como Minotouro (Vitória da Conquista, 2 de junho de 1976) é um ex-lutador brasileiro de artes marciais mistas. É irmão gêmeo de Antônio Rodrigo Nogueira (o Minotauro). Teve participação em um episódio do seriado A Lei e o Crime, da Rede Record, além de outras participações especiais em novelas.
Antonio Rogério Nogueira
Informações
Nome de
nascimento
Antonio Rogério Correia Nogueira
Nascimento
2 de junho de 1976 (45 anos)
Vitória da Conquista, Bahia
Brasil
Nacionalidade
brasileiro
Outros nomes
Little Nog, Minotouro
Parentes notáveis
Antônio Rodrigo Nogueira
Altura
1,87 m[1]
Peso
93 kg
Divisão
Meio-pesado
Envergadura
1,91 m
Modalidade
Jiu-jítsu brasileiro, boxe, muay thai e wrestling
Posição
Canhoto
Luta por
Gardena, Califórnia
Equipe
Team Nogueira
Black House (MMA)
Treinador
Luis Carlos Dórea
Graduação
Faixa preta (3º grau) em Jiu-jítsu brasileiro[2]
Período em
atividade
2001–presente
Cartel nas artes marciais mistas
Total
32
Vitórias
23
Por nocaute
8
Por finalização
6
Por decisão
9
Derrotas
9
Por nocaute
4
Por decisão
5
Ligações externas
Página oficial:
Cartel no MMA pelo Sherdog
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última atualização: 22 de dezembro de 2019
Carreira no boxe
No boxe atuou nos Jogos Pan-americanos de 2007 na categoria super-pesado. ‘Minotouro’ venceu as lutas contra Enoch Romeo de Trinidad e Tobago por 17 a 2, Jonny Molina da Venezuela por 18 a 6, e acabou perdendo na semifinal para o cubano Robert Alfonso por 4 a 0, ficando com a medalha de bronze, já que no boxe olímpico não há disputa de 3º lugar.
Carreira no MMA
Antes de se tornar uma grande estrela no Pride, Rogério competiu nos eventos DEEP e HOOKnSHOOT e ganhou um registro de 2-0, após esses combates, Nogueira começou a treinar com a mesma equipe que seu irmão, Brazilian Top Team. Nogueira iria fazer a sua estreia Pride Fighting Championships em 28 de abril de 2002 no Pride 20 contra o pro-wrestling japonês e lutador de MMA Yusuke Imamura, Minotouro venceu a luta no primeiro round com uma guilhotina em apenas 35 segundos.
Nogueira perdeu a sua primeira luta para Vladimir Matyushenko por decisão, mas que se recuperou com uma vitória sobre Tsuyoshi Kohsaka em seguida.
No Pride 24, Rogério Nogueira lutou contra Guy Mezger. Ambos os atletas buscaram a luta no solo, pois ambos pareciam um pouco hesitante em ficar de pé. A luta acabou indo para a decisão dos juízes e Nogueira ganhou por decisão da maioria. Rogério lutou no Pride 25 contra Kazuhiro Nakamura, que fazia sua estreia no MMA profissional. Minotouro venceu o combate com um armlock no segundo round.
Em sua próxima luta no Pride, Nogueira foi colocado frente ao lendário lutador e favorito do público Kazushi Sakuraba no evento principal do Pride Shockwave 2003. Rogério utilizou seu jogo de chão e também seu melhor em pé e no clinch. Nogueira derrotou o lutador japonês por decisão unânime.
Nogueira venceria Alex Stiebling na Coreia, antes de retornar ao Japão para revanche contra [Kazuhiro] Nakamura no evento principal do Pride Bushido 4. Rogério venceu novamente, só que dessa vez por decisão dividida. Nogueira teve uma vitória por decisão unânime no Pride 29 contra Alistair Overeem. Nesta luta, Overeem escapou de muitas tentativas de finalização de Nogueira, o lutador holandês parecia cansado no final da luta e Nogueira se aproveitou para levá-lo ao solo no terceiro round, garantindo a vitória por decisão unânime.
Em 2005, Nogueira participou do Grand Prix dos Médios do Pride, estreando contra Dan Henderson na rodada de abertura. Henderson havia lutado contra o irmão gêmeo de Rogério, Antônio Rodrigo “Minotauro” Nogueira em dezembro de 2002, e foi finalizado por uma chave de braço. Henderson teria a mesma sorte contra Rogério no final do primeiro assalto, sendo finalizado também com uma chave de braço. Nogueira avançou para as quartas-de-finais contra o lutador da Chute Boxe, Maurício “Shogun” Rua. Numa luta muito movimentada, Rua ganhou por decisão e, eventualmente, viria a ganhar o torneio.
Depois dessa luta Nogueira levou algum tempo para curar algumas contusões antigas, e só voltou a lutar em julho de 2006, onde ele lutou novamente contra Overeem e venceu dessa vez por nocaute técnico no segundo assalto, quando o corner de Overeem jogou a toalha após Nogueira castigar o oponente com vários golpes.
Pela segunda vez na sua carreira, Nogueira lutou nos Estados Unidos no Pride 33 contra o relativamente desconhecido Rameau Thierry Sokoudjou. No entanto, o lutador camaronês obteve uma surpreendente vitória ao nocautear Minotouro no primeiro assalto, no que é considerada uma das maiores surpresas de todo o MMA. O PRIDE fechou suas portas logo depois disso, e Nogueira derrotou Todd Gouwenberg no evento HCF antes de assinar um contrato para competir com o Affliction. Em seguida, Rogério lutou contra Edwin Dewees, nocauteando-o no primeiro assalto no Affliction: Banned. Depois dessa luta, Minotouro lutou no Sengoku e derrotou Moise Rimbon. Posteriormente, foi dada a chance para Nogueira de devolver sua primeira derrota na carreira contra Vladimir Matyushenko no Affliction: Day of Reckoning e de fato conseguiu, nocauteando Matyushenko no final do segundo assalto. Após este combate, Minotouro lutou pela primeira vez no Brasil, no Jungle Fight 13, Ceará, onde venceu por finalização Dion Staring no terceiro assalto.[3]
Após Affliction falir em 2009, Antônio Rogério Nogueira assinou um contrato com o Ultimate Fighting Championship.
Ultimate Fighting Championship
Em 28 de agosto de 2009 Rogério Minotouro fez sua estreia no UFC 106 contra Luiz Cané. Com um cruzado de esquerda, Nogueira derrotou o adversário e com socos no chão assegurou uma vitória por nocaute técnico aos 1:56 do primeiro assalto.[4]
No UFC 109, Nogueira foi escalado para enfrentar Brandon Vera. No entanto, Nogueira foi forçado a não lutar após sofrer uma fratura no tornozelo sofrido durante o treinamento.[5]
Sua próxima luta estava programada para ser contra o ex-campeão meio-pesado Forrest Griffin no UFC 114, todavia, Griffin não pôde lutar devido a uma lesão no ombro. Minotouro lutou contra Jason Brilz. Numa luta muito equilibrada, o brasileiro venceu por decisão dividida.[6]
Minotouro enfrentou o até então invicto vencedor do TUF 8, Ryan Bader no dia 25 setembro de 2010, no UFC 119. O brasileiro perdeu a luta por decisão unânime.[7]
Após as derrotas para Phil Davis e Ryan Bader, Rogério iria lutar com o americano Rich Franklin no UFC 133. Contudo, a luta foi cancelada devido uma lesão no ombro de Minotouro. Sua luta foi remarcada contra Tito Ortiz no dia 10 de dezembro no UFC 140, na qual Mintouro saiu vencedor por nocaute técnico.
Nogueira enfrentaria Alexander Gustafsson em 14 de abril de 2012, no UFC on Fuel TV: Nogueira vs. Gustafsson, mas devido a mais uma lesão, Minotouro não pôde lutar, sendo substituído por Thiago Silva.
Minotouro enfrentou Rashad Evans no UFC 156. Embora tenha perdido o primeiro round, Nogueira conseguiu conectar bons golpes, defender as tentativas de queda do adversário, e vencer os 2 últimos rounds, ganhando a luta por decisão unânime (29-28).
Minotouro era esperado para enfrentar Maurício Shogun em 15 de junho de 2013, no UFC 161. Em uma revanche da luta que ocorreu no PRIDE Critical Countdown 2005. Porém uma lesão nas costas tirou Minotouro do evento.
Nogueira era esperado para enfrentar Alexander Gustafsson em 8 de março de 2014 em Londres. Mas uma lesão nas costas fez com que ele se retirasse do card.[8]
Rogério voltou ao octagon contra Anthony Johnson em 26 de julho de 2014 no UFC on Fox: Lawler vs. Brown. Ele foi derrotado por nocaute técnico em menos de um minuto de luta.
Em 21 de março de 2015 o UFC anunciou a esperada luta entre Minotouro e Shogun no UFC 190, revivendo a luta de 2005 ainda no Pride quando Shogun venceu Minotouro por decisão unânime.[9]
Nogueira fez a revanche da luta do Pride Critical Countdown 2005 contra Mauricio Rua em 1 de Agosto de 2015 no UFC 190. Ele foi derrotado por decisão unânime o que não agradou muito o público.
Nogueira enfrentou o americano Patrick Cummins em 14 de Maio de 2016 no UFC 198. Nogueira era tido como grande azarão, mas surpreendeu ao nocautear logo no primeiro round. Vitória que fez os fans presente enlouquecerem.
Nogueira enfrentaria Alexander Gustafsson, mas por motivos não divulgados, o sueco saiu do card. Em seu lugar, o Ultimate escalou Ryan Bader para encarar o brasileiro na luta principal do evento. O americano fez ótima luta e deu um surra histórica no brasileiro, onde foi totalmente anulado em todos os quesitos. No combate, o brasileiro acertou 2 golpes contra 86 do americano.
Cartel no MMA
Cartel no MMA
33 lutas 23 vitórias 10 derrotas
Por nocaute 8 4
Por finalização 6 0
Por decisão 9 6
Res. Cartel Oponente Método Evento Data Round Tempo Local Notas
Derrota 23-10 Brasil Maurício Rua Decisão (dividida) UFC on ESPN: Whittaker vs. Till 25/07/2020 3 5:00 Abu Dhabi Anunciou a sua aposentadoria.
Derrota 23-9 Estados Unidos Ryan Spann Nocaute (socos) UFC 237: Namajunas vs. Andrade 11/05/2019 1 2:07 Rio De Janeiro
Vitória 23-8 Estados Unidos Sam Alvey Nocaute Técnico (socos) UFC Fight Night: Santos vs. Anders 22/09/2018 2 1:42 São Paulo Performance da Noite.
Derrota 22-8 Estados Unidos Ryan Bader Nocaute (socos) UFC Fight Night: Nogueira vs. Bader II 19/11/2016 3 3:51 São Paulo
Vitória 22-7 Patrick Cummins Nocaute Técnico (socos) UFC fight night: Werdum vs. Miocic 14/05/2016 1 4:52 Curitiba
Derrota 21-7 Maurício Rua Decisão (unânime) UFC 190: Rousey vs. Correia 01/08/2015 3 5:00 Rio de Janeiro
Derrota 21-6 Anthony Johnson Nocaute Técnico (socos) UFC on Fox: Lawler vs. Brown 26/07/2014 1 0:44 San José, Califórnia
Vitória 21-5 Rashad Evans Decisão (unânime) UFC 156: Aldo vs. Edgar 02/02/2013 3 5:00 Las Vegas, Nevada
Vitória 20-5 Tito Ortiz Nocaute Técnico (golpes na costela) UFC 140: Jones vs. Machida 10/12/2011 1 2:35 Toronto, Ontário
Derrota 19–5 Phil Davis Decisão (unânime) UFC Fight Night: Nogueira vs. Davis 26/03/2011 3 5:00 Seattle, Washington
Derrota 19-4 Ryan Bader Decisão (unânime) UFC 119: Mir vs. Cro Cop 25/09/2010 3 5:00 Indianápolis, Indiana
Vitória 19-3 Jason Brilz Decisão (dividida) UFC 114: Rampage vs. Evans 29/05/2010 3 5:00 Las Vegas, Nevada Luta da Noite.
Vitória 18-3 Luiz Cané Nocaute Técnico (socos) UFC 106: Ortiz vs. Griffin 2 21/11/2009 1 1:56 Las Vegas, Nevada Estreia no UFC; Nocaute da Noite.
Vitória 17-3 Dion Staring Finalização (triângulo) Jungle Fight 14: Ceará 09/05/2009 3 3:30 Fortaleza
Vitória 16-3 Vladimir Matyushenko Nocaute (joelhada) Affliction – Day of Reckoning 24/01/2009 2 4:26 Anaheim, Califórnia
Vitória 15-3 Moise Rimbon Decisão (unânime) Sengoku – Sixty Battle 11/01/2008 3 5:00 Saitama
Vitória 14-3 Edwin Dewees Nocaute Técnico (socos) Affliction – Banned 19/07/2008 1 4:06 Anaheim, Califórnia
Vitória 13-3 Todd Gouwenberg Nocaute Técnico (socos) HCF – Destiny 02/01/2008 2 4:34 Calgary, Alberta
Derrota 12-3 Rameau Thierry Sokoudjou Nocaute (soco) Pride 33 24/02/2007 1 0:23 Las Vegas, Nevada
Vitória 12-2 Alistair Overeem Nocaute Técnico (interrupção do córner) Pride Critical Countdown Absolute 01/07/2006 2 2:13 Saitama
Derrota 11-2 Maurício Rua Decisão (unânime) Pride Critical Countdown 2005 26/06/2005 3 5:00 Saitama Quartas de Final do GP de Médios do Pride de 2005.
Vitória 11-1 Dan Henderson Finalização (chave de braço) Pride Total Elimination 2005 4/23/2005 1 8:05 Osaka Primeira Fase do GP de Médios do Pride de 2005.
Vitória 10-1 Alistair Overeem Decisão (unânime) Pride 29 20/02/2005 3 5:00 Saitama
Vitória 9-1 Kazuhiro Nakamura Decisão (dividida) Pride Bushido 4 19/07/2004 2 5:00 Nagoya
Vitória 8-1 Alex Stiebling Decisão (unânime) Gladiator FC Day 1 26/06/2004 3 5:00 Seul
Vitória 7-1 Kazushi Sakuraba Decisão (unânime) Pride Shockwave 2003 31/12/2003 3 5:00 Saitama
Vitória 6-1 Kazuhiro Nakamura Finalização (chave de braço) Pride 25 16/03/2003 2 5:00 Yokohama
Vitória 5-1 Guy Mezger Decisão (dividida) Pride 24 22/12/2002 3 5:00 Fukuoka
Vitória 4-1 Tsuyoshi Kohsaka Decisão (unânime) DEEP 2001 – 6th Impact 7/09/2002 3 5:00 Tóquio
Derrota 3-1 Vladimir Matyushenko Decisão (unânime) UFO Lengend 08/08/2002 3 5:00 Tóquio
Vitória 3-0 Yusuke Imamura Finalização (guilhotina) Pride 20 28/04/2002 1 0:35 Yokohama
Vitória 2-0 Jim Theobald Finalização (chave de braço) HooknShoot Overdrive 09/03/2002 Evansville, Indiana
Vitória 1-0 Shamoji Fujii Finalização (chave de braço) DEEP 2001 – 2nd Impact 18/03/2001 1 3:59 Yokohama
Referências
http://www.ufc.com.br/fighter/Antonio-Rogerio-Nogueira
«List of Black Belts». ibjjf.com. Consultado em 22 de dezembro de 2019
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